mary baby

 

Vem aí um veganito, é verdade! Um “feijãozinho”,  um batatinha cenourinha, um rebento, um “veganito”. Não é que tenha sido um veganito planeado (pouca coisa na minha vida é planeada), mas, já que veio, que seja bem-vindo!

Não quero, porém, que o The Love Food se torne num blog sobre gravidez e bebés (já deixei de seguir blogs por isso), mas vou dar os melhores conselhos que conseguir baseados na minha experiência pessoal, para que as futuras mães que estejam a seguir este blog tenham uma gravidez saudável e, obviamente, vegana (tenho procurado informações sobre grávidas veganas em português e confesso que pouco encontrei!), sem que se torne numa lamechice sobre bebés.

Sim, porque é muito fácil cair-se nisso. Vou-vos confessar que não sou uma pessoa muito maternal – excepto com os animais – não sei bem o que fazer com crianças, não as sei entreter e, muitas vezes, trato-as como se fossem cães (a sério. E vice-versa também. Eu sei que não é nada bom, mas é a força do hábito) (porque é que elas não vão buscar a bola?).

Quando soube que estava grávida entrei em pânico. Tenho o amor da minha vida ao meu lado, que é um companheiro incrível e vai ser um pai bestial, mas quando se olha para o risquinho no teste de gravidez, quando não se está à espera, a primeira sensação é de pânico. Não tenho uma rotina, giro duas empresas e uma delas é fora de Lisboa, moro num apartamento minúsculo no centro de Lisboa, viajo sempre que me apetece, não faço grandes planos, enfim. Como é que eu ia ser mãe? Até que o vi. Um astronauta de dois meses a pairar dentro da minha barriga, uma sombra remotamente humana dentro de um saquinho cinzento. E tornei-me a criatura mais piegas, lamechas e maternal de todos os tempos. É um amor tão grande que é quase inconcebível. Estão a ver o nível de lamechice que para aqui vai.

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Fase 1: pânico. Fase 2: euforia. Fase 3: medo, pavor mesmo e felicidade extrema. Fase 4: todas as anteriores, intercaladas com paz e plenitude. E já lá vão mais de 5 meses.

O que mudou? Muito! Mas vou-vos pondo ao corrente por aqui.

Entretanto quero partilhar convosco não só receitas boas, como dicas, produtos de beleza, DIY fáceis e engraçados, etc e tal e tudo o que me parecer interessante.

Simultaneamente tenho uma fábrica a funcionar, com delícias veganas e saudáveis a saltarem dos fornos. Quero muito partilhar essa parte convosco também.

Pronto, agora somos dois deste lado, dois a comer do mesmo prato.

Ah, e já agora, it’s a boy!!

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10 comentários

  1. Aii como eu me identifiquei…quando engravidei (também de um menino) entrei em pânico (apesar de ter sido planeado)…também não tinha nada de maternal…antes pelo contrário…chegava a falar com um certo desdém da gravidez e tudo o que tivesse relacionado…MAS quando ele nasceu…ui há qualquer coisa que se transforma dentro de nós e nada mas nada volta a ser sentido como antes…é tudo amplificado, aperfeiçoado e simplesmente maravilhoso (apesar da canseira que é ehehe)…Muito Parabéns 😉

    1. É mesmo, não é, Lúcia?! Eu também era mesmo indiferente a tudo o que estivesse relacionado com a maternidade, agora é ver-me com os olhos marejados de lágrimas a olhar para sapatinhos 🙂 Imagino que depois de nascer deva ser uma revolução! Parabéns pelo seu menino e um beijinho enorme <3

    1. Muito obrigada, Ana! Há pouquíssima informação! Eu própria ando a escarafunchar em todo o lado para tentar perceber! Logo nos primeiros meses encomendei um carregamento de livros na Amazon 🙂 Já pus algumas dicas sobre suplementos, espero que seja do seu interesse.
      Beijinhos!

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