Receita para 2 pessoas

Mmmm… um gostinho do Brasil! Escolha a banda sonora apropriada para esta refeição, eu aconselho uma bossa nova bem doce e quente, e delicie-se com um pedaço desse país maravilhoso…

Para a Feijoada

¼ de couve (eu usei branca)
½ caldo Knorr de legumes
1 tomate pelado aos pedaços
1 lata de feijão preto
¼ de chouriço de soja (eu uso da marca Próvida)
Alho em pó
Pimentão-doce

Corte a couve às tiras, não muito finas nem muito grossas e salteie-as num fio de azeite numa caçarola, com o caldo knorr. Depois de ter perdido a água (diminui significativamente de tamanho), junte o tomate e água até cobrir a couve. Tape e deixe estufar durante 15 mn aproximadamente (depende do tipo de couve, do tamanho dos pedaços, etc.).

Quando estiver tenra, junte a chouriça cortada aos pedaços (a pele não é comestível!) e o feijão com a água de cozedura que está dentro da lata. Tempere com o pimentão-doce e o alho em pó, e deixe cozinhar tapado durante 10 mn em lume brando, mexendo de vez em quando.

Se preferir uma feijoada mais substancial, junte seitan aos pedaços – se possível salteado primeiro senão fica muito mole – chourição de soja (o da marca Elichristi é óptimo), tofu fumado… a escolha é variada, depende da fome e do gosto.

Para a Farofa

½ chávena de farinha de mandioca
½ embalagem de tofu fumado (Próvida)
Sal
Azeite

Salteie, sem azeite, o tofu aos pedacinhos numa frigideira anti-aderente. Quando estiver dourado, junte um fiozinho de azeite e a mandioca. Tempere com sal. Quando começar a escurecer dos lados, mexa sempre, calmamente, envolvendo o azeite na farinha, e deixando dourar por completo. Não coma logo ou arrisca-se a queimar a língua (fala a experiência…)!

Sirva com arroz branco seco (não há receita, é só seguir as instruções da embalagem) e farofa. Para acompanhar, um guaraná ou um chopp geladinho. Para a digestão, troque de banda sonora, escolha uma boa batucada e dance um samba até de madrugada.

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6 comments

  1. Olá Maria, adorei o blog e as receitas, vou acompanhar sempre. Esta muito bem a receita de feijoada. Gostei tambem da sua horta, que previlégio!
    Abraços
    Maria Aparecida – São Paulo – Brasil
    p.s. daqui ha pouco começa o jogo Brasil/Portugal ai ai ai…..

  2. pena que no Brasil produtos a base de soja como a salsicha, glutadela, carne vegetal enlatada e presunto vegetal são horríveis!Seitan eu nunca vi pronto, mais faço aqui em casa, fica muuuuuito saboroso! Vou tentar fazer com tofu defumado e pedaços de seitan e pts… Me deseje sorte! 😀

    Deborah

  3. Oi Deborah! Que pena que ainda não há produtos saborosos aí no Brasil. Em Portugal têm vindo a melhorar, e há também muitos produtos importados que são deliciosos (mas muito caros…). Boa sorte para a feijoada! Aquele abraço!

  4. Olá Maria!!

    Sou vegan já a alguns anos e quero-te dar os parabéns por este blog. Está muito bem conseguido e julgo que transmite de forma clara o que é ser vegan.
    Em relação a esta receita tenho algumas dúvidas que o caldo Knorr que usaste seja vegan. Isto porque até então nunca descobri nenhum da marca Knorr que o fosse. Eu uso o da marca Gemuse-Suppe que compro num supermercado biológico.
    Estes são os ingredientes do caldo de legumes p/ sopa da marca Knorr: Sal, intensificadores de sabor (glutamato monossódico, guanilato e inosinato dissódico), gordura animal, óleo vegetal hidrogenado, extracto de levedura, vegetais (cebola, alho-pôrro, alho, cenoura, couve, lombarda, tomate), aromas, especiarias, proteína vegetal, molho de soja, maçã em pó, amido, dextrose e antioxidantes (galato de propilo e octilo, BHA).
    Corrige-me se estiver enganada.
    Abraço.

  5. Olá! Obrigada pelo comentário e pelo apoio! Em relação ao caldo knorr, se se puder usar uma opção biológica, é obviamente a melhor opção. Contudo, acaba por ser mais fácil encontrar o caldo knorr, que existe em todos os supermercados do mundo, e o de legumes é certificadamente vegano, e o único que não tem nenhum ingrediente de origem animal. Não é o caldo para sopa ou para arroz, visto que há vários que não são veganos, é mesmo o “caldo de legumes”. Abraço, Maria

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