Há Bolachas para Bebé!

Finalmente estão no mundo! As nossas bolachinhas para bebés! Depois de um ano de testes de receitas, testes laboratoriais, finalmente nasceram! É um orgulho!

Porque é que resolvemos criar estas bolachas? Porque tudo aquilo que comemos deve ser nutritivo, não deve ser vazio. Se esta regra faz sentido em qualquer altura da vida, é na infância que deve ser seguida à risca. O sistema imunitário dos bebés só se começa a desenvolver autonomamente a partir dos 2, 3 meses. Tudo o que o bebé faz diferença no seu desenvolvimento, e é também o contacto com anticorpos que o sistema se desenvolve com mais força. Há especialistas que sugerem que o sistema imunitário só se desenvolve na totalidade entre os 12/14 anos.

Para que ele se desenvolva bem nada melhor do que o leite materno.

E quando o bebé começa a comer, tudo o que lhe damos para se alimentar vai contribuir para o seu desenvolvimento e saúde, ou não. No fundo isso é válido para todas as idades, para toda a vida. Por isso não deve ser dado nada que não o vá alimentar realmente, e isso significa: farinhas e açúcares refinados, químicos, corantes, conservantes, produtos lácteos ou fermentos.

O pediatra do meu filhote, antes da consulta dos 6 meses, alertou-me de que ele iria começar a comer e aconselhou-me as papas lácteas do supermercado e bolacha Maria. Para mim não fazia qualquer sentido dar-lhe comida em pó, empacotada, refinada, cheia de ingrediente estranhos e que dura anos na prateleira. Com todos aqueles ingredientes que eu não queria que ele comesse e que eu também não como. Tive de procurar por mim própria. Estava convencida que teria de haver outra solução, uma que fosse natural.. A minha avó, a minha bisavó, a minha trisavó, criaram imensas crianças saudáveis sem ir ao supermercado, era possível, era só voltar aos básicos.

E assim fiz. Até hoje, até sempre que for eu a alimentá-lo. O resultado é um menino forte, que nunca fica doente, forte, grande, calmo e bem disposto. Não há qualquer desculpa para não dar aos filhos o melhor. Falta de tempo não é desculpa: não há nada de mais importante do que a saúde deles.

Mas faltava um snack. Não havia também, por isso resolvi criar! Pusemos a mão na massa e fizemos estas bolachinhas super nutritivas. Para as de aveia escolhemos aveia integral sem glúten porque é anti-infamatória, fonte de energia, rica em fibra, vitaminas e minerais. Juntámos arroz integral, adoçamos com geleia de arroz (um tiquinho) e como gordura usamos óleo de coco, essa gordura maravilhosa.

Tivemos de usar erva-doce nas outras porque adoramos erva-doce! Reforça o sistema imunitário, previne cólicas, acalma e beneficia o sistema digestivo. Usamos farinha de arroz integral, farinha de araruta que é maravilhosa para a digestão, farinha de grão-de-bico riquíssima em proteínas e linhaça, para garantir os ácidos gordos essenciais. Como gordura usamos azeite virgem de Trás-os_Montes.

Parece ser fácil mas a verdade é que este processo de escolha de ingredientes, testes de textura, testes de sabor com o meu próprio bebé e outros bebés amigos e testes laboratoriais, chegamos a este resultado final que, sinceramente, é um orgulho!

Toda a equipa está de parabéns e todos os bebés já estão certamente a salivar!

Espero que os vossos filhotes gostem. Já pode comprar no site, enviamos para todo o mundo: http://www.thelovefood.pt

Queijo fermentado de caju

 

Que tal correram as experiências com o rejuvelac? Se ainda não o fez esta é a oportunidade certa: dá para fazer queijo!

Os queijos vegetais não são iguais aos queijos com lácteos animais mas são deliciosos mesmo assim. E são extremamente versáteis! Esta receita é a base, a partir daqui pode juntar o que quiser.. Se quiser um queijo de ervas faça a base e, depois do queijo repousar, misture ervas e uma pitada de pimenta preta. Se preferir um gosto de queijo mais pronunciado adicione uma colher de chá de levedura de cerveja.

O rejuvelac é responsável por fazer fermentar o queijo, por isso é um bom queijinho vivo cheio de bactérias boas que alimentam o intestino, como se quer. A saúde vem daí, é preciso cuidar!

 

 

Adorei comê-lo barrado no pão com tomate e orégãos, ou marinado com um fio de azeite e muito manjericão fresco. Com figos secos também fica uma delícia!

Partilho a receita básica: siga-a e depois dê asas à sua imaginação.

Rende um queijinho e dura cerca de 2 semanas no frio.

Ingredientes para 1 queijo

  • 2 chávena de cajus crus
  • ½ cup de rejuvelac
  • sal marinho a gosto

Demolhe os cajus durante 1 noite. Retire a água da demolha e lave-os bem.

Coloque-os no processador, na Bimby, um triturador, o que quiser, junte o rejuvelac e o sal e triture até estar bem cremoso.

Coe e coloque o preparado num voile para queijo, um pano fino ou mesmo um lenço. Eu usei um pano da loiça de algodão fino (e bem lavado, claro).

Deixe repousar pendurado durante 24 horas.

 

Retire o pano, coloque-o num prato, coma e sinta o seu intestino sorrir.

Panquecas com 1 ingrediente

 

 

Sem glúten, sem açúcar, com um ingrediente apenas (não contando a água nem o óleo, que são acessórios!), são as panquecas mais fáceis e saudáveis que eu conheço! Foi sempre um dos principais petiscos e pequenos-almoços do meu filho, desde que começou a pôr o dente em coisas, e graças a ele fui aprimorando a textura e os toppings.

Descobri esta receita num dos blogs que eu mais gosto, o My New Roots. Fiz estas com trigo sarraceno integral (o grão), e descobri também uma maneira de pôr o trigo sarraceno a saber bem, porque até então nunca me sabia extraordinariamente bem. Querem que vos conte o segredo? Cá vai:

Para deixar o trigo sarraceno sem aquele gosto marcado meio tostado é necessário demolhá-lo durante 8 a 12 horas, e depois lavá-lo em água corrente MUITO BEM. Não é só uma lavadela, tem de ser mesmo um bom banhinho. Este “segredo” faz mesmo a diferença e fez-me passar a gostar deste grãozito.

O trigo sarraceno, apesar de se chamar trigo, não é sequer um cereal e não tem glúten, por isso é uma excelente alternativa para todas as refeições. É riquíssimo em proteínas e ferro, magnésio e manganês. Tem um efeito antioxidante e é muito nutritivo e energético, por isso é excelente para crianças e bebés.

Eu gosto sempre de usar ingredientes o menos processados possível, e prefiro usar, sempre que possível, o grão inteiro, integral. Isso garante que toda a riqueza nutricional que eles podem conter está lá e não houve oportunidade de se perder por algum tipo de processamento ou refinação.

Para servir, quando o meu bebé começou a comer, não usava nada para além de fruta, que adoçava naturalmente. Agora que ele está mais exigente com os sabores junto coco, banana e um fio de geleia de arroz (só às vezes). Também gosto de as comer com puré de maçã e canela, compota de chia e fruta, raspa de laranja ou de limão ou, simplesmente, fruta fresca. Com uma pitada de baunilha também ficam deliciosas!

A textura depende da água adicionada, quando menos água adicionar mais se vai parecer um pão, mas não convém adicionar água demais.  O ideal é uma parte de grãos para 1 parte de água.

Vamos à receita, e não deixe de experimentar porque esta é mesmo de cacaracá!

E quiser variar, use a mesma técnica e introduza cereais diferentes, como amaranto ou millet.

 

Ingredientes para 12 panquecas

  • 1 chávena de trigo sarraceno
  • 1 chávena de água
  • azeite ou óleo de coco para untar a frigideira

Lave e demolhe o trigo sarraceno em bastante água durante 8 a 12 horas.

Depois deste tempo, coloque o trigo sarraceno numa peneira e lave-o bem em água corrente. Não descure este passo. A água que sai da peneira deve sair transparente.

Coloque o trigo sarraceno lavado numa taça e junte a água. Triture com a varinha mágica ou no processador até estar cremoso. Se quiser adoçar ou juntar algum sabor, este é o momento: baunilha, adoçantes naturais, raspa de citrinos, canela, é à escolha.

Coloque um fio de azeite ou de óleo de coco numa frigideira, deixe-o aquecer e coloque uma colherada da mistura de trigo sarraceno. Deixe dourar e vire, para dourar do outro lado. Sabe fazer panquecas, certo?

No momento de servir escolha o seu topping e delicie-se!

Rejuvelac: a bebida viva!

Acredito que um dos grandes problemas das pessoas mal encaradas é não fazerem um bom cócó e não terem intestinos que funcionam regularmente. Quando alguém é antipático comigo penso logo nisso, “tu precisavas era de fazer um bom cocó”. É muito cómico, até porque só a palavra cocó faz soltar risinhos infantis, mas é mesmo verdade. Há mesmo quem diga que se toda a gente comesse bem, com fibra, haveria paz no mundo. Será tudo isto um problema de obstipação e má alimentação?

Esta receita vem ajudar os intestinos tristinhos e alegrar os intestinos já felizes. 70% do nosso sistema imunitário está nos intestinos, há que trata-lo bem! Nada se funde tanto em nós como a comida: nós somos o que comemos, definitivamente! E é no intestino que a comida é processada para o sangue, dando-nos os nutrientes que precisamos para viver bem. O intestino tem de estar saudável para que esse processo aconteça e nada melhor do que próbioticos naturais como comidas fermentadas. O rejuvelac, esta bebida viva, maravilhosa, quase sem sabor e fácil de preparar, é uma solução óptima, já que ajuda a aumentar as bactérias benéficas do intestino e cólon.

O rejuvelac é um tónico para o organismo, depura, limpa o intestino, dá-lhe bactérias boas, e ainda tem lactobacilos, proteínas, enzimas e vitaminas do complexo B, E e K. Uau, certo? A melhor parte é que é super fácil de fazer e ainda pode ser usado em molhos, queijos e outros preparados crus. Algumas fontes referem que tem ainda vitamina B12 mas não encontrei nenhum artigo que o comprove. Pelo sim pelo não, é experimentar e comprovar.

Basicamente, o rejuvelac é a água da fermentação de um grão a germinar. É necessário demolhar um grão de um dia para o outro, e depois lavá-lo e coloca-lo em água. Easy peasy.

Veja todos os pontos em baixo, e como grão pode usar trigo, cevada, quinoa, linhaça ou arroz, sendo que o mais comum é o de trigo. Se usar trigo lembro que o rejuvelac de trigo não tem glúten, já que está não é solúvel na água.

Eu usei quinoa, era o que tinha na despensa. E com os restos da quinoa germinada, depois de obter o rejuvelac, fiz uma bela salada que temperei com ervas frescas, limão e azeite. Nada se perde, tudo se come.

Ah, o rejuvelac não tem quase sabor. No segundo dia parece simplesmente água com limão, mas é bom!

Ingredientes

1 cup de quinoa ou outro grão/semente

água para demolhar

PARTE 1 – GERMINAR A QUINOA

Lave bem a quinoa em água corrente. Coloque-a num frasco e cubra-a com água. Deixe demolhar 24h. Retire a água, deixe os grãos no frasco e lave-os 2 a 3 vezes por dia até começarem a germinar.

PARTE 2 – O INICIO DA FERMENTAÇÃO

Coloque os grãos germinados numa jarra esterilizada (eu fervo água e deito-a a ferver para dentro da jarra e depois retiro essa água) e junte 4 chávenas de água. Deixe repousar 2 a 3 dias. Não precisa de lhe mexer mais.

A água vai ficar turva e pequenas bolhas irão aparecer.

PARTE 3 – REJUVELAC!

Coe essa água (rejuvelac). Beba ou use para fazer outras receitas, como queijo vegetal. Dura 1 semana no frigorífico.

Use os grãos para uma salada ou no que preferir (não deite fora, pelo amor da santa, são ouro nutricional!)

NOTA – não use utensílios de metal durante todo o processo.

Hambúrgueres deliciosos de sementes de girassol

 

É difícil fazer hambúrgueres veganos que tenham textura. As sementes de girassol vêm resolver para sempre esse problema. Descobri que não são só boas para petiscar, assadas no forno! Demolhadas e trituradas podem ser muito cremosas ou então, se triturar um pouquinho menos, podem criar uma textura muito agradável ao dente!

Para além da textura, as sementes de girassol são só coisas boas: é uma excelente fonte de fibra, minerais e proteínas. Tem ainda um alto teor de Vitaminas do complexo B, E, K e A, que é quase o alfabeto todo, o que significa que é bom para o cérebro, é antioxidante e previne doenças cardiovasculares. E ainda tem gorduras das boas: ómegas 6 e 9. E isto é só uma parte do poder que estas sementinhas têm. Não se esqueça de as incluir na sua alimentação.

Considere o casamento sementes de girassol demolhadas + leguminosa uma base para fazer todos os sabores de hambúrguer que quiser: adicione courgette, pimento e manjericão, ou acelgas e cenouras, enfim, o que tiver no frigorífico. Estes ficaram uma maravilha, assim tal e qual escrevi aqui.

 

Para 8 hambúrgueres

  • 1 cebola grande
  • 2 dentes de alho picados
  • ¼ de pimento
  • 2 chávenas de sementes de girassol demolhadas há pelo menos 6 horas, sem a água da demolha e lavadas (demolhei apenas 1 chávena de sementes de girassol secas, que depois rende 2 chávenas)
  • 1 chávena de grão-de-bico cozido
  • ½ chávena de coentros (1/2 ramo)
  • 1 cenoura
  • 1 chávena de flocos de aveia finos
  • sal a gosto, marinho
  • 1 colher de sopa de pimentão doce
  • farinha a gosto (usei de espelta integral)
  • Refogue a cebola, o alho e o pimento num fio de azeite.

Junte estes ingredientes aos outros e triture tudo na Bimby, vel. 8, até estar uma pasta.

Pode triturar no processador de alimentos, ou no “pulse” ou perto da velocidade máxima, e limpe as paredes de vez em quando.

Quando estiver pronto deixe descansar 5 a 10mn, para a aveia absorver o excesso de água.

Faça bolinhas com as mãos, com ajuda da farinha se necessário, e achate-as na forma de hambúrguer.

Leve a uma frigideira com um fio de azeite ao lume ou leve ao forno a 200ºC durante 30 mn. Fica óptimo de ambas as maneiras.

O molho que aparece nas fotos é o Molho de Tahin, o meu preferido, e está no livro! 😉

Tarte de maçã para crianças

 

IMG_9508_Fotor

O meu filho não come açúcar refinado. O açúcar refinado é um verdadeiro veneno e a causa de muitas doenças que se alastram, silenciosas, incluindo a hiperactividade, muitas vezes mal diagnosticada e confundida com overdose de açúcar, mas também diabetes, obesidade e cancros. Pode saber bem mas faz mal, e enquanto eu e o pai pudermos escolher, ele não come. E o mais interessante é que ele não pede nem nunca pediu nada com açúcar refinado, por isso nem sequer faz sentido dar-lhe. Ele delicia-se com fruta madura, lambuza-se todo, fica feliz! Neste Natal quando lhe puseram à frente uma travessa cheia de rabanadas (entre muitas outras delícias da mesa farta de Natal) e ele olhou despreocupado, tirou as passas e os pinhões que as rabanadas tinham por cima e comeu-as, entre todas as gulodices que havia na mesa. Não foi por não lhe terem dado a provar, porque deram, infelizmente, mas ele recusou. Creio que isso tem a ver com a educação alimentar que lhe damos em casa. Não é restritiva ou ditatorial, simplesmente não comemos nada que seja pouco saudável, mesmo antes de ele nascer, portanto ele deve ter isso gravado nos genes.

 

Em casa nunca temos grandes sobremesas, só em dias de festa, e o que temos é sempre saudável (são sempre delícias do The Love Food, claro!). Normalmente comemos fruta e receitas com fruta (fruta assada, gelado de fruta, etc).

Mas vezes apetece fazer uma sobremesa mais especial mas nem por isso uma bombinha de açúcar. Por isso resolvi experimentar fazer uma tarte de maçã que fosse levinha, levinha, levinha de tal maneira que ele pudesse também comer e que fosse apetecível. Saiu esta, que se fez num instante e se devorou num instante também. É uma excelente opção de lanche ou sobremesa para bebés e crianças, mas também para o resto da família!

 

IFotor

Para a massa:

  • 1 chávena de flocos de aveia finos
  • 1 chávena de flocos de trigo sarraceno finos
  • ¼ de chávena de pasta de tâmaras
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • ¼ cup de água

Triture os flocos todos, junte os outros ingredientes e faça “pulse” no processador ou amasse tudo à mão. Eu fiz na Bimby, triturando primeiro os flocos na vel. 5 e depois juntei tudo e fui envolvendo entre vel. 3 e 5 até estar bem ligado.

Forre uma tarteira ou uma forma de base amovível com papel vegetal. Achate a massa no fundo de forma a cobrir o fundo e as bordas.

Leve ao forno a 150ºC durante 10 mn.

Retire da forma com cuidado e deixe arrefecer.

IMG_9495_Fotor

Para o puré de maçã

  • 1 Kg de maçãs
  • 2 colheres de chá de canela em pó
  • 30 gr de água

Coloque todos os ingredientes na Bimby e programe 10 mn, temp. 100, vel. 1.

Quando estiver pronto triture na vel. 8 até estar cremoso.

Pode fazer na panela, levando todos os ingredientes ao lume até as maçãs estarem bem tenras (15 mn) e depois triture com o processador ou a varinha mágica.

Deixe arrefecer.

IMG_9495_FotorColoque o recheio na massa de tarte assada e cubra com coco laminado tostado ou com frutas frescas como framboesas e mirtilos.

Leve ao frio antes de servir.

Delicie a família inteira!

Os Básicos de uma Alimentação Saudável e uma Granola

 

livro_lovefoodFalar de alimentação saudável está muito em voga e as opiniões vão divergindo em alguns pontos mas convergem em mais, parece-me. Não acredito que haja uma alimentação padrão adequada para toda a gente, por exemplo o que eu como em minha casa não é, necessariamente, o ideal para outra casa qualquer, mas existem bases muito generalistas mas não por isso pouco importantes que se podem aplicar facilmente. E já que estamos no início do ano e é época de resoluções, tente aplicá-las na sua cozinha (e na sua vida):

Comer produtos da estação – fundamental para o corpo, para o planeta e para a carteira. A natureza é sábia e dá-nos os legumes, frutas e ervas que precisamos para cada época do ano.

Comer local – os produtores locais agradecem, a economia também, o ambiente também agradece não ter tantos aviões e camiões a transportar comida amadurecida à pressão do outro lado do mundo.

Comer integral – é mais saciante e mais rico nutricionalmente. Ao ficar mais saciada também vai comer menos e ter menos fome ao longo do dia.

Comer fora do pacote – compre a granel e evite comida pronta com ingredientes estranhos, inclusive pão com ingredientes que não sabe o que são.

Comer justo – comprar a empresas que se preocupam consigo, com o que fabricam e com o ambiente ajuda-as a crescer e elas bem merecem. Assim como o The Love Food, há gente que dedica a vida a simplificar e a melhorar a vida dos outros através das escolhas que, diariamente, fazem. Estes produtos podem ser mais caros mas são, geralmente, de altíssima qualidade e de confiança

Comer vegano – na minha opinião, é fundamental para quem têm consciência do impacto que a industrialização da produção de carne, peixe e outros produtos de origem animal têm no ambiente, e porque não há qualquer necessidade de matar para comer com tantas opções tão deliciosas.

Comer deve ser algo de natural e simples, não uma dor de cabeça ou matemática. Deve dar-nos prazer, energia e boa disposição, não deixar-nos apáticos, histéricos, mal humorados ou zombies. Também acredito que uma alimentação saudável com tudo o que a terra e o mar nos dá é suficiente e, embora cada caso seja um caso, não há necessidade de tomar suplementos ou outro tipo de medicamento ou tratamento.

Ao mesmo tempo uma vida saudável não se baseia apenas no que comemos. A nossa carreira/aquilo que fazemos é também importante para o nosso equilíbrio, assim como as relações com os outros, exercício físico, a forma como comemos e como gostamos de nós. Podemos comer todo os brócolos do mundo mas se formos sedentários, se nos sentirmos infelizes, sós e desmotivados não iremos ser verdadeiramente saudáveis.

Como digo no livro “Viva com significado e faça o melhor que pode, por si e pelos outros”.

Trago para a sua mesa uma receita do livro, deliciosa, versátil e infalível: a granola! No livro tem a sugestão de variações para ir diversificando os sabores, é só ir espreitar! Espero que seja útil e que possa deixar essa caixinha de cereais de pequeno-almoço super açucarados e trocar pela verdadeira granola:

rsz-granola

Foto de Bárbara Tomaz @me_at_the_kitchen

GRANOLA SIMPLES
Dose: 600 gr de granola

• 4 chávenas de aveia em flocos grossos
• 1 cup de avelãs, amêndoas, ou nozes partidas aos pedaços
ou
• ½ cup de avelãs, amêndoas, ou nozes e ½ cup de sementes à escolha (girassol, abóbora, sésamo ou mesmo trigo sarraceno)
• uma pitada de sal marinho
• 1/3 chávena de geleia de agave, arroz ou de coco
• 4 colheres de sopa de óleo de coco ou azeite
• 2 colheres de sopa de açúcar de coco

Misture tudo.

Leve ao forno pré-aquecido a 200ºC durante 30mn, mexendo de 10 em 10 mn.

Deixe arrefecer no tabuleiro e guarde num frasco hermético.

Fácil, não? Coma com leite ou iogurte vegetal, fruta ou guarde numa caixinha na mala para ir depenicando durante o dia!

Menu de Natal


Como é habitual, cá estamos para tornar a sua vida mais fácil e deliciosa! Neste Natal vamos ter:

SOBREMESAS
Bolo de Cacau de Natal com farinha de trigo, centeio ou espelta, com açúcar mascavado – 28,00
Bolo de Cacau de Natal com farinha de trigo, centeio ou espelta, com geleia de agave – 32,00
Bolo-rei 500 gr – com frutos secos, açúcar de coco e óleo de coco – 10,00
Bolo-rei 1 Kg – com frutos secos, açúcar de coco e óleo de coco – 15,00
Brownies de Natal com amêndoas, figos e passas – sem glúten e sem açúcar, adoçado com frutos secos – 18,00

BARRAS
Barras de Natal com canela, gengibre, amêndoas e passas, adoçadas com geleia de arroz – 2,00

CABAZES
Saco The Love Food + 1 granola 150 gr + 1 embalagem biscoitos + 1 embalagem bolachas + 1 barra – 15,00
Saco The Love Food + 1 granola/biscoito + 1 barra – 5,00
Saco The Love Food + livro “Os Básicos da Cozinha Vegana” + 1 embalagem bolachas + 1 barra de Natal – 22,00

COMIDA PRONTA (4 pessoas mín.) Preços para 4 pessoas
Quinoa com especiarias, sementes e frutos secos – 30,00
Hummus de limão – 25,00
Salada de couve, germinados e sauerkraut – 25,00
Legumes assados com tomilho – 30,00
Molho de tahin – 5,00
Bolinhas de Aveia e Amêndoa – 25,00
Mix de tudo – 100,00

You might also like

MENU DIA DA MÃE

Torne o Dia da Mãe ainda mais especial com as delícias do The Love Food!

Veja o Menu completo aqui:

MENU DIA DA MãE publico

Encomende para info@thelovefood.pt.

thumb_IMG_6149_1024

2 cookies XL com poema – 3,5€ sem glúten – sem açúcar – veganas – biológicas

thumb_IMG_6160_1024_Fotor

Bolo de limão com recheio de framboesas e cobertura de chocolate e pétalas. 4 camadas. Biológico. .Com açúcar mascavado – 25,00 Com geleia de agave – 28,00

 

1 2 3 39

copyright (c) The Love Food - Maria de Oliveira Dias - all rights reserved